Revistas Antigas de Skate

Revistas antigas
Revista Esqueite (1977)
 
 


Revista Brasil Skate (1978)
 

Revista Overall (1985)
   

Revista Yeah! (1986)
 




Revista SKT News (1987)
 

Revista Skatin' (1988)
 



Revista Vital Skate (1989)

 

1ª Revista de Skate no Brasil

 
                    Primeira publicação sobre skate no Brasil 1977
                                             Primeira publicação sobre skate no Brasil 1977


Editorial bem legal!
As manobras da época…124!

A Revista ESQUEITE , ano 01 numero 01, de 1977, e considerada a primeira publicação (revista) especialmente dirigida ao esporte skate.

Na capa o skater Waltinho na recém construída pista de Nova Iguaçu RJ(considerada a primeira pista de skate feita no Brasil) realizando a manobra “Kick-Turner”, foto de Sérgio Muniz.
O editorial e de Waldomiro Barbosa da Silva.


 Diretor Técnico e de fotografia – Sérgio Muniz.
A nova revista abordava assuntos: como julgar campeonatos, como manter o skate sempre perfeito, Pistas de skate,e quem é quem? dos skater da época.


 Com tiragem de 2.000 mil exemplares, só foram publicadas revistas de numeros 01 e 02 as de setembro e outubro de 1977, hoje consideradas Raras, e hoje nos acervos dos colecionadores.
Acervo – Eduardo Yndyo

Você sabia que...


- No 1° Campeonato Brasileiro de Pista do Clube Doze de Agosto (1978), em Jurerê, Florianópolis (SC), as categorias eram Senior (acima de 15 anos) e Júnior? Os campeões foram os paulistas Jun Hashimoto e Formiga.

- Amador, Semi-Profissional e Feminino: assim eram as categorias nos champs brasileiros do Itaguará Country Club, em Guaratinguetá (SP). Foram cinco eventos: 82, 83, 84, 85 e 87. No semi-pro a premiação já era em dinheiro.



Campeonato Brasileiro de Skate no Itaguará Country Club - Guaratinguetá (Foto por Petrônio Vilela)

- Houve uma época que o Renato Cupim corria no downhill como profissional e no vertical como amador (88, 89). Estranho, não?

- Léo Kakinho, hoje surfista e skatista, correu como pro no banks de Guará em 1987. Enfrentou o temível Álvaro Porquê? de igual para igual. Não ganhou, mas logo depois voltou para amador por mais dois anos!!

- Os maiores salários de pro-skaters brasileiros na década de 80, foram pagos em 1988 e 1989. Sem maiores registros, Daniel Bourqui embolsava legal na Sea Club. Dinho e Porquê? receberam boa grana da M2000. Mureta chegou a mais de 10 salários mínimos num mês da Coast (isto era muito na época), na equipe que ainda tinha Kakinho, Cris, Mikuim e Bigo. Fernandinho Batman também faturou legal com a Lifestyle e a Stanley.

- Rudinaldo Narina, ex-vert-pro, recebeu salário da Plancton sem poder andar de skate por um ano, depois de quebrar a perna.

Estas são apenas algumas das várias curiosidades que a história do skate oferece. Fique ligado no Skate é Cultura, pois em breve, vários outros fatos serão esclarecidos.

Você sabia destas curiosidades? Deixe seus comentários logo abaixo ou na caixa de mensagens.

Fonte: Revista Tribo Skate. Número 11. 1994.

Foto enviada por: Eduardo "Yndyo"

Grito da Rua 2

Grito da Rua: Entrevista com Cupim (Parte 1)

RENATO CUPIM CAMPEÃO BRASILEIRO NOS ANOS 80



Grito da Rua - Programa

O Grito da Rua foi um programa que revolucionou uma geração na década de 80. Apresentado por Eduardo Dardenne, mais conhecido como "Badeco" , o programa ia ao ar todos sábados pela TV Gazeta (SP), onde era líder de audiência(com 3 pontos)e com sua reapresentação ocupando o segundo lugar.

 O Grito da Rua foi o primeiro programa da tv brasileira destinado ao público jovem, além de apresentar a cena d...o skate da época o programa mostrava de um modo descontraído as manobras radicais,os melhores clips musicais,o comportamento e muita técnica dos skatistas destaques da época. Entre eles , nomes como Cupim, Thronn, Fernandinho Batman, Beto or Die, Cabralia, Chorão (banda Charlie Brown Jr), Pois Zé, Porque, Mureta e muitos outros que hoje representam o Skate Brasileiro no cenário Mundial como Ueda, Bob Burnquist e Mineirinho. 

 O Grito da Rua durante esse tempo foi a alegria dos fins de tarde de sábado dos skatistas da época, criou hinos como as musicas; Ceremony, de Joy Division, Flowers by the door, do TSOL, fora as que representavam o movimento como; Agent Orange, Dead Kennedys, Ramnes, Pixies...
As matérias do Grito da Rua "Mustabi Creize onde tudo Começou, Circuito Bebê Diabo"", loja onde era produzido o programa e que foi a primeira a vender materiais de skate em Såo Paulo, entrevistas como as do "Cupim", skatista revelação da Mustabí,assim como as do "Thronn", campeão brasileiro de street, "Fernanrdinho Batman"campeão de Downhill, além de matérias do "Grito da Rua em Moema" , do "Grito da Rua Alto de Pinheiros ", do "Grito da Rua no Pico do Jaragua", de "Manobrinhas"que mostraram a essencia do Grito, e o trailer da viagem "Grito in USA", que nunca foi ao ar, marcando assim o fim do programa, estão AQUI disponíveis para que você possa rever e recordar os bons momentos da era de ouro do skate brasileiro. Cadastre-se que em breve mais matérias estarão disponíveis. O grito da Rua não morreu!

 Grito da Rua
Produzido nos anos 87/88.
Líder de audiência na TV Gazeta SP/SP.
Todos os sábados as 19H com reprise aos Domingos as 10H.
Apresentação e reportagens: Eduardo Dardenne Badeco
Câmera e produção musical: Edu Lotf.
Edição : Willian de Rogatts
Direção: Davilson Brasileiro
AGORA QUER VOLTAR!!!
Esta interessado entre em contato com o Eduardo Dardenne Badeco
Veja os vídeos:
Grito da Rua - Thronnn


Este é figurativa, sua história dá um filme. Meu broo Super Thronésio.
Grito da Rua
Produzido nos anos 87/88.
Líder de audiência na TV Gazeta.
Todos os sábados as 19H com reprise aos Domingos as 10H.
Apresentação e reportagens: Eduardo Dardenne Badeco
Câmera e produção musical:
Edu Lotf.
Willian de Rogatts
Direção: Davilson Brasileiro
Grito da Rua - Ladeira da Morte
Fernadinho Batman, Urso, Paulo Coruja, Flávio Ascânio, Daniel Kim, Cupim, Digo Menezes, Dani Milani, Renato Bacaninha, Chileno, Alexandre Ribeiro, Cristiano Foca, Kiko Codina, Alexandre Maia e outros

Manobras de skate

Uma lista com algumas manobras do skate, confira!!!

 
Flip - consiste em fazer com os pés que o skate saia do chão rodando em parafuso.



Grinds - consiste em fazer que o skate deslize com os eixos sobre uma superfície ou borda metálica ou de concreto.



Board Slide- consiste em fazer que o skate deslize com um pedaço da prancha sobre uma superfície ou borda metálica ou de concreto.

Ollie - Manobra básica do street, é o salto, e consiste em bater a rabeta no chão e pular para frente mantendo o pé dianteiro colado no shape. Para mandar ollies cada vez mais altos, é necessário força e agilidade, sincronizando os movimentos. Uma variação do ollie, o nollie, consiste nos mesmos movimentos, só que pressionando o tail (parte da frente) do shape.



Olie-Flip - Conhecido também como kick-flip pelos americanos, em outras palavras é dar um ollie usando a ponta do pé e virando o skate no seu eixo logitudinal. Na maioria da vezes é a primeira manobra que um skatista iniciante aprende.



Fakie Hardflip - Depois de dar uma acelerada no skate, vir de costas e mandar um ollie flip. Deve-se ficar atento porque, enquanto o skate precisa girar o flip em 180o para trás, o corpo gira para frente.



360º Kick Flip - Posicione o pé de trás chapado no tail e o da frente um pouco atrás dos parafusos, como se fosse dar um flip. Dê um certo gás para se aproximar do obstáculo. Pressione o tail como se fosse dar um shove-it 360 e, ao mesmo tempo dê um toque no pé da frente para girar o flip. Espere o skate fazer a volta completa para encaixar nos pés. Volte na base.


FrontSide Ollie 180º - Pegue uma velocidade razoável e posicione os pés como no ollie normal. O seu corpo é a grande ferramenta para executar a rotação. Portanto, quando bater o ollie, vire o corpo para a frente. Como no ollie, mantenha o corpo equilibrado e vire o corpo acompanhando o movimento de 180º do skate. Seu tronco, auxiliado pelo movimento dos braços, vai ser o giro para inverter a base. O seu pé de trás carrega o tail para a frente, quase com o calcanhar. Quando estiver no chão, equilibre-se na perna de apoio da frente.



Tail Drop - O tail drop não é uma manobra. É uma forma de iniciar a session em rampas, bowls, banks, quarters etc, para se pegar velocidade na descida da transição. É fundamental quando se trata de dropar uma transição. Posicionado na plataforma da pista ou rampa, segure firme o skate pelo nose e encaixe o tail na borda ou sobre o coping. Ajuste o seu pé de trás no tail e pressione pra segurar o skate na posição de drop, mantenha a pressão nesse pé. Tire o outro pé da plataforma, o da frente, e o posicione na altura dos parafusos do eixo dianteiro.

Mantenha seu peso no pé de trás, para que ainda fique com o skate encaixado na borda. O lance é trasnferir o peso do pé traseiro, para o pé da frente, pisando na parte dianteira. Flexione os joelhos para ter maior equilibrio no drop. Mantenha o seu corpo acompanhado a trajetória do skate. Fique atento para que seu corpo não caia nem pra frente e nem pra trás, mantendo o equilíbrio ao acompanhar a velocidade do seu skate.


50/50 - Inicialmente dependendo do tamanho do obstáculo é preciso dar um ollie e encaixar com os eixos(trucks) e arrastá-los sobre o obstáculo. O obstáculo pode ser uma caixa, um ferro, um corrimão, etc. É uma manobra fácil de aprender, mais é preciso muita prática.

Axle Drop - Desta vez encaixe os dois eixos na borda do coping, ao contrário do tail drop, posicione o pé da frente primeiro e tente encontrar o ponto de equilíbrio pra que o skate não caia pra dentro da rampa. Tire o outro pé da plataforma e coloque sobre o tail. Quando sentir que está equilibrado, vem a hora de descer.

Como fosse dar uma batida, alivie o pé da frente e force o pé de trás, flexionando os joelhos, direcionado o skate para o centro da rampa. Quando perceber que o nose está embicado pro centro da rampa, pressione o nose do skate até as rodas encostarem na parede da transição, mantendo os joelhos flexionados. Naturalmente, o eixo traseiro vai desconectar da borda ou coping e vai acompanhar a transição.



Smith Grind - manobra utilizada para descer em corrimãos. A manobra, consiste em deslizar com o track traseiro do skate sobre a superfície. O primeiro passo para o smith grind é o impulso, se posicione próximo ao cano, o movimento inicial para o smith, é o ollie, que depende da altura da superfície. Após o ollie encaixe o skate no corrimão, mas o encaixe deve ser feito de uma forma diferente, ou seja, execute um ollie que ultrapasse a frente do nose, encaixando apenas o truck traseiro.

Mantendo-se sobre o obstáculo, controle-se para se manter em cima do corrimão, concentre o seu peso, sobre o truck traseiro, e mantendo o equilíbrio, controle o nose para que não embique para baixo. Controle o skate para não cair, o truck traseiro irá deslizar sobre o corrimão.Se prepare para sair do corrimão, uma das formas mais simples de sair do smith, é levantar o nose, e dar um impulso com a parte traseira. Outra forma que é de reverse, consiste em girar o truck de trás para frente. Uma boa dica é sempre manter-se firme no skate, e flexionar os joelhos para dar maior estabilidade.


NoseGrind - Manobra muito parecida com CrocketGrind que é dado de Back. Enquanto o NoseGrind é dado de From, ou seja tendo um pequeno caixote ou um fun-box, pegue um gás e direção ao caixote vindo de From. Seu corpo ficará de frente para o obstáculo. Chegando próximo do obstáculo mande um ollie sobre o obstáculo forçando o pé da frente com o nose sobre a ponta do caixote.

Possivelmente o skate irá deslizar apenas com o truck e nose dependendo da forma que encaixar no obstáculo. Para concluir esta manobra basta soltar levemente forçando para frente o nose ou mandando um pequeno nollie. O segredo desta manobra é saber como encaixar o nose sobre o obstáculo. Um forma de aprender esta manobra rápido é estudar o noseslide ou crocketgrind, manobras que utilizam o nose do skate para deslizar sobre um obstáculo.



Street Style- praticada nas ruas ou em quadras esportivas que simulam a arquitetura encontrada nas ruas através de rampas.

Half Pipe ou Vertical- praticada em rampas em formato de U, geralmente com mais de 3m de altura, possuindo vertical na parte mais alta da pista.



Mini Ramp - praticada em pistas em formato de U, abaixo de 3 m de altura.



Downhill slide - praticada em ladeiras podendo ser com o skate convencional ou longboards - skate maiores de 35 polegadas.



Componentes do Skate


O skate é composto basicamente por quatro partes. São elas: shape, truck, rolamento e roda. O shape é a tábua de madeira na qual o skatista apóia os pés. Hoje em dia a evolução dos modelos proporciona maior equilíbrio e facilidade na hora de dar as manobras.

Geralmente os shapes são iguais dos dois lados, aumentando a variedade de manobras. A lixa é colocada sobre a parte superior e prende o pé do skatista.

O truck funciona como um elo de ligação entre o shape e as rodas. Ele é preso ao shape e tem grande importância. Os melhores são os que apresentam grande resistência e flexibilidade.

O rolamento é essencial para um bom desempenho do skate e quem determina a velocidade que o mesmo irá ter. Geralmente um rolamento mais resistente é utilizado para o street e os mais rápidos para o half pipe.

Por último vêm as rodas. São elas que tem todo o contato com o chão e proporcionam a estabilidade além da velocidade ao atleta. Uma boa qualidade das rodinhas faz muita diferença na hora de andar.


Profissão Skatista

Enquanto que nos anos 80 andar de skate não era nem considerado um esporte aqui no Brasil, hoje ele é o 2º mais praticado no país e ser skatista profissional é o sonho de muita gente. Essa é uma realidade mais próxima dos brasileiros, já que é um esporte acessível.

O próprio skate não é caro e existem várias pistas para praticar e qualquer um pode comprar. "A maioria começa com skate emprestado do amigo", comenta Sandro Dias, skatista profissional.

Também já existem mais marcas no país, e elas estão dispostas a patrocinar os “atletas” brasileiros, que são bem valorizados lá fora. Durante a coletiva de imprensa do documentário Vida sobre Rodas, Bob Burnquist, explicou que saiu do país pois não via espaço para crescer com o skate aqui, fala que hoje as coisas mudaram: “Naquela época eu via aqueles vídeos e queria andar com aqueles caras, andar naqueles skates. Mas hoje a grande mídia aqui dá bastante destaque, apesar de lá haver mais eventos. Hoje, quem começar a competir agora, pode ter o Brasil como base e ir viajar.”
Mas segundo o pentacampeão mundial, Sandro Dias, não se deve começar a andar de skate com o objetivo de se tornar profissional: “Não pense nisso, ande de skate para se divertir, esse é o objetivo.” Ainda no espírito da diversão, Burnquist deu uma dica importante: “Se você acha que tem talendo, pega um amigo para filmar suas manobras e mande para os distribuidores. Eu mesmo entrei assim e hoje é bem fácil com a internet. Antes tinha que mandar por VHS, pelo correio.”

Porém, Bob Burnquist faz uma ressalva: “Não coloque a expectativa lá em cima. O primeiro evento que participei, eu ganhei e já achei que estava fácil demais. Daí do segundo fiquei em 32º.”


30 skatistas mais influentes de todos os tempos


               
                               Capa da Revista com arte de Shepard Fairey (Reprodução)


A edição de janeiro da revista Transworld Skateboarding listou os 30 skatistas mais influentes de todos os tempos, e quem está no topo da lista é o meu skatista favorito, o meu preferido pra fazer posts: Mark Gonzales. Eu tenho até que maneirar pro blog não virar uma espécie de fã clube do Gonz. A lista do que o Gonzales fez para o skate se transformar no que é hoje é gigantesca,vai de descer corrimãos de rua, ser o primeiro skatista a andar de switchstance conscientemente, levar os flips para as ruas, até ser um artista de renome.

Além do Mark Gonzales, fazem parte da seleção da TWS, Paul Rodriguez, Daewon Song, Jason Dill, Steve Williams, Geoff Rowley, Heath Kirchart, Jason Jesse, Duane Peters, Mike Vallely, Tom Penny, Ed Templeton, Neil Blender, Lance Mountain, Jamie Thomas, Mike Carroll, Guy Mariano, Steve Caballero, Pat Duffy, Chad Muska, John Cardiel, Andrew Reynolds, Natas Kaupas, Tony Alva, Matt Hensley, Danny Way, Eric Koston, Christian Hosoi, Rodney Mullen e Tony Hawk.

No site da TWS tem fotos e uma pequena intro de todos os 30, mas vale a pena ter a revista pra ler na íntegra. http://skateboarding.transworld.net/1000150173/features/the-30-most-influential-skaters-of-all-time/


                  
                   Quando o Gonz esteve no Brasil, em 2010, fiz questão de fazer uma foto ao lado dele e dizer pessoalmente que era o dia mais feliz da minha vida (foto: Andrea Ramos)

Rodil de Araújo Jr.


Rodil Araujo Jr, ficou conhecido como Ferrugem, ainda no início da sua carreira - aos 10 anos de idade - devido às inúmeras sardas que tinha em seu rosto.

Ano a ano o amor e a dedicação pelo esporte demonstrou que suas proezas sobre 4 rodas não passavam apenas de uma habilidade, como a de vários outros adolescentes, mas provou ser uma verdadeira vocação que o levou a várias conquistas nos quatro cantos do mundo.

Hoje, com 33 anos, é conhecido pelos inúmeros títulos que conquistou na sua carreira de skatista profissional, entre as quais destacamos:
Bicampeão Mundial
12 vezes campeão brasileiro profissional
2 vezes vice campeão brasileiro profissional
Bicampeão americano
Campeão Europeu.


Um dos melhores momentos de sua carreira foi uma edição dos X - Games na Filadélfia, onde conquistou Primeiro Lugar em 3 das categorias que estavam sendo disputadas (park / real street / best trick).

Autodidata, sempre teve facilidade de aprender o que é hoje a grande paixão da sua vida. "Meus pais me incentivaram muito, o que facilitou a minha escolha pela profissão, mas o mais importante para conseguir trilhar todo este caminho com sucesso é a dedicação aos treinos e a disciplina", afirma
o skatista muito satisfeito com seus resultados.

A rotina para quem quer chegar a todas essas conquistas é dura, são treinos diários na academia Gustavo Borges, além das horas dedicadas ao skate nas pistas de Curitiba. Mas ainda assim adverte: "Se você não tem uma vida saudável em todos os sentidos, o corpo, a mente e o espírito não te
acompanham!!!"

Cristão, casado há quase 3 anos com a bancária Patricia e pai da pequena Victoria de 2 anos, divide seu tempo livre para cuidar das meninas, surfar
e praticar motocross. " Não tenho dúvidas de que Deus tinha propósitos com minha vida profissional e pessoal. Por isto não esqueço de atribuir a Ele
toda a felicidade que sinto hoje como atleta e como homem."

Sobre o futuro, Ferrugem não tem pressa em parar com o skate, já que hoje é proprietário de uma fábrica de shapes e consegue dividir seu tempo como atleta e como empresário.

"Amo o que faço e por isso vou deixar minha vida mostrar o rumo que devo seguir".
Ferrugem